sábado, 16 de junho de 2007

Urban Trad.





Urban Trad
é um grupo de música Belga, cumha voz feminina de raiz galega: Verónica Codesal.
O projecto nasce em maio do 2000 impulsado por Yves Barbiuex. Mais tarde forom incorporando-se outros músicos:
* Yves Barbieux: Flauta, Gaita direçao artística
* Veronica Codesal: Vocalista
* Soetkin Collier: Vocalista
* Philip Masure: Guitarra
* Michel Morvan: Batería
* Dirk Naessens: Violino
* Sophie Cavez: Acordeao
* Cedric Waterschoot: Baixo.
Segundo eles, definem-se como:

Música Tradizional Europeia do século XXI.

Levam participado em múltiplos festivais por todo o mundo:

Festival international de Louisiane (USA), Brussel''s Eurythmix (Belgium), Dranouter Festival (B), Francofolies de Spa (B), Colors of Ostrawa (Czech Republic), Llanes al Cubo (Sp), United Islands of Praha (Czech Republic), International Festival Tilburg and Leeuwaarden Celtic Nights (The Netherlands), Andar per Musica (Italy), Triskell Festival (It), Skagen Festival (Denmark), Aymon Folk (France), Tondela Festival (Portugal), BBC Live (UK), Santiago Festival (Sp).

A sua base sao instrumentos acústicos: Violino, acordeao, flautas,amais do canto, sostidos por ritmos de percusoes e trebelhos modernos, que lhe dao um estilo que engancha tanto com a música de tradiçao como com a modernidade.
A partires do ano 2004, e após o seu passo polo festival de Eurovisao de Letónia, o grupo marca um novo giro na sua música, colhendo influências de (Escandinávia, França, Espanha, Paises do Leste da Europa ).

Seus trabalhos, por orde de apariçao, sao:
Kerua
One o Four
Elem
Erbalunga


Umha das vozes femininas de Urban Trad, é Verónica Codesal, nada em Uccle -Belgica- de pais galegos.
Ademais de cantar com os Urban Trad, ela leva o grupo Ialma: grupo galego de canto ( www.ialma.be)
É ademais, profesora do grupo galego de baile " Foliada " ( www.muziekpublique.be).
Umha rapariga muito aleuta, ao que se ve.

Segundo as críticas, "Una hija de emigrantes gallegos, Verónica Codesal, cantante, panderetera y gaitera, es la responsable de que el sonido de Urban Trad esté plagado de un sugerente aroma que nos trasporta hasta las playas y los acantilados de la más actual y atemporal de todas las Galicias. Los instrumentos acústicos esenciales en la tradición celta como el acordeón, el violín o las flautas bailan y brincan sobre contagiosas bases rítmicas y equilibradas programaciones electrónicas, desembocando en un maravilloso torrente de energía y musicalidad ."

Desculpaçoes polo de "Panderetera" e "Gaitera", mas é que a crítica vinha em castelam.
Que malamente soa, nao?




Kora africana com gaita. Nao ta mal.Esta é umha peça na que convidarom a amigos de diferentes territórios musicais.

Estoutro é dende Fisterra, aló na Bretanha:



Diferentes momentos da gravaçao de Erbalunga:

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Vozes femininas


Estes dias vou tentar trazer vozes de mulheres europeias que cantam.Expresam seus sentimentos,suas emoçoes, seus desejos, cantando.
Os jeitos sao muito variados.

Para mim, tudas tem algo em comûm, e mesmo os cantos se semelham entre sim. Porque as culturas nascem tudas da mesma raiz: A capacidade de emoçao do coraçao humano.

Este primeiro video de hoje, quer ser umha metáfora do que pode ser a visao do mundo dende o lado "feminino", simboliçado, neste caso, pola voz grega de Elefthéria Arvanitaki, fronte à visao mais "masculina", emquanto a valores sociais, nao falo de homens e mulheres, que ambos temos as duas possibilidades de ver o mundo, do grupo de Hiphop Rodes:



Aquí, moças euskalduns ensaiando a cançao da "Korrika" ou carreira a prol da lingua euskera.
A "Korrika" faz-se cada dous anos e tem suas normas:

"Korrika"

"La Korrika, («corriendo» en español) es una marcha reivindicativa que se realiza corriendo por toda Euskal Herria, en apoyo a la lengua vasca, el euskera. Su promotor es la asociación de euskaltegis (academias de euskera) AEK. Se suele celebrar cada 2 años y tarda unas 2 semanas en recorrer todo el territorio. El recorrido, que suele rondar los 2.300 kilómetros varía en cada edición. La peculiaridad de esta marcha es que no para por la noche. Desde que sale hasta el final, el testigo va pasando de mano en mano y pueblo por pueblo sin detenerse en ningún momento. La primera Korrika se realizó en 1980 y desde entonces se lleva a cabo cada 2 años. En 2007 se celebró la 15ª edición.
A la cabeza de la marcha suele ir la persona que posee el testigo. Cada kilómetro de la marcha lleva el testigo una persona o asociación que «compra los kilómetros» para ayudar económicamente. El testigo está formado por un palo de madera tallada, que se conserva desde la primera edición, y la ikurriña, formando una bandera.

Tras el testigo, se forma la cabecera de la marcha que posee una pancarta en la cual se lee un lema, que cambia cada año. Así, en 2005 el lema elegido fue Euskal Herria euskalduntzen. Ni ere bai! («Euskaldunizando Euskal Herria. ¡Yo también!» en castellano), mientras que el de 2007 fue Heldu! Hitzari, lekukoari, elkarlanari, euskarari, herriari («¡Agárrate! A la palabra, al testigo, al trabajo en común, al euskera, al pueblo»). Tras esta pancarta se concentran el resto de participantes, que corren unos kilómetros en un gran ambiente, con música y animadores a lo largo de todo el trayecto.

De forma paralela, se organizan distintos actos culturales en apoyo al euskera a lo largo de todas las poblaciones por las que discurre el trayecto, desde varios meses antes. Estos actos se denominan Korrika Kulturala.

15ª edición, 2007

Del 22 de marzo al 1 de abril. Desde Carranza (Vizcaya) a Pamplona (Navarra). El objetivo económico de esa edición fue la financiación de dos nuevos euskaltegis en Pamplona y en Baiona."





E a voz mágica de Dulce Pontes:
Povo que lavas no rio...

terça-feira, 12 de junho de 2007

Tudo Organizado


Jà podés passar polo blogue do Asalto ao Castelo para verdes o programa, os grupos, as actividades para os mais pequenos, o cartaz...

Seguro que ides gostar. Os rapazes de Axvalso levam muito tempo organizando...

As voces de mulheres em Europa





As vozes das mulheres resoam por toda Europa, dende os Balcaes à Serrra da Capelada.
Velaí um exemplo:
Dende Bulgaria:
Tradiçao e modernidade










Stoyan Yankoulov & Elitsa Todorova




Dende a Galiza:

Mercedes Peon:




As Cantigueiras com Carlos Nuñez:

sábado, 9 de junho de 2007

Sibérie



Sibérie é o nome em francês dumha das regioes mais frias e inhóspitas do planeta. Grandes estepas cubertas de neve branca e fria e rios geados.
"Sibérie m'était contée"É o título dum trabalho intimista, parisino e cum aquel de ar circense que Manu Chao publicou no 2004.As cançoes erao:

1.- Le p'tit jardin
2.- Petite blonde du bld Brune
3.- La valse à Sale Temps
4.- Les mille Paillettes
5.- Il faut manger
6.- Helno est mort
7.- J'ai besoin de la lune
8.- L'automne est làs
9.- Si loin de toi je to joue
10.- 100 000 remords
11.- Trop tot' trop tard
12.- Te tromper
13.- Madame Banquise
14.- Les rues de l'Hiver
15.- Siberie fleuve amour
16.- Les petites Planètes
17.- Te souviens tu
18.- J'ai besoin de la lune
19.- Dans mon jardin
20.- Merci bonsoir
21.- Fou de toi
22.- Les yeux turquoise
23.- Siberie

É tal vez, entre nós, o menos conhescido, mas, para mim, é tao fermoso, que nao me posso resistir a vos trazer algumhas cançoes que adoro.
Ademais, o facto de ser em francês, também é um ponto ao seu favor,para mim, porque é um idioma que me parece muito fermoso.
Estas sao as palàvras de Manu Chao para definir o trabalho:

"son letras que hablan del invierno, del amor con todas sus caras, de la agonía, de sombrías calles parisinas mojadas" y también de la muerte de Helno, cantante de Les Négresses Vertes, fallecido hace doce años."
"para mí este disco viene a ser mi particular ´Invierno en París´, porque mi Siberia particular siempre ha sido París, donde las relaciones humanas escasean, de forma cruel. Allí me pasé treinta inviernos, me juré que ya estaba bien, y ahora, asombrosamente, acabo hablando de ello".

Tudos passamos a nossa Sibérie particular em algúm momento da nossa vida nao é?
E eu que acreditava em que París era a "Cidade da luz...". Tudo é relativo.

Diferente a todos os seus trabalhos anteriores, ao meu ver. Aquí vos deixo umhas mostras por se gostades.
Aperta.






















Quem diria que "Monsieur Sarkozy" ia arrasar após dous anos...!

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Turkia














Seguindo com o passeio polos múltiples "Raval" que Europa tem,chegamos a um pais incrível cumha música que faz vibrar as emoçoes dende o vermelho ao anhil, passando por toda a gama de colores do arco da velha.
É o caso de Husnu Senlendirici, que, como os músicos dosa pBalcaes, utiliça o clarinete como caixa de resoancia do seu coraçao.
Velaí:

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Também um músico que utiliça sua voz para nos contar histórias dos ravaleiros mais desfavorecidos desta Europa que semelha tao rica e boa mae de tudos, mas, que, nao é assim:
Volkan Konak:

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Ou juntos:

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sábado, 2 de junho de 2007

Ao outro lado dos balcaes


Vemos que os paises da área dos Cárpatos e os Balcaes tem músicas bem peculiares.
Hoje imos falar da música grega, umha música cheia de ritmos de dança e sospiros de montanha e mar.
Este video é de Elhefteria Arvanitaki e Manos Ahalinotópoulos





Em ele, vemos a Eleftheria Arvanitaki e a Manos Ahalinotópoulos interpretando sua música.
Também a Haris Alexiou, A "Haroula", do público grego:





Quem pode esquecer esta cena de Zorba, con Sirtaki na praia?





Outro dia falaremos mais da música grega.
Apertas.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Danças




Dentro da música dos paises do Leste europeu, hà ritmos e danças de ritmos vertiginosos emquanto à música, mas tranquilos emquanto a movementos que adoitam ser circulares, colhidos os dançantes das maos ou do braço.
Umha destas danças é originária de Sérbia, mas também de dança em todos os paises do entorno: Bosnia, Croàcia, Montenegro, Moldávia, Macedónia,...
A dança chama-se "KOLO" e aquí vos deixo duas mostras da sua música:
Umha tocada com acordeao por Mirko Kodic:





Outra com violino e demais orquestra:





Vede agora como é esta dança num dia de festa num povo, com seus autobuses de romaria , saudos entre os vizinhos,"modelitos" de domingo,e demais:



quarta-feira, 30 de maio de 2007

Hà mais Europas que as que adoitam amosar-nos na TV




De passeio polos paises do Cárpatos e os Balcaes, atopamos músicas ciganas e também judeas incriveis.
Hoje imos falar de dous clarinetistas:
Coma o Macedónio, Ferus Mustafov, que o mesmo toca o clarinete, o saxo, ou a flauta dos pastores.Esta, mesmo a toca com o narîs.
Aquí vemos como toca numha festa com outros músicos:



Ou aquí, mais intimista<<<.



Ou o búlgaro Ivo Papazov





Espero que gostés destas músicas, sobre tudo se nao as tinhas ouvido de antes.
Umha aperta.

domingo, 27 de maio de 2007

Novamente ciganos


O povo cigano sempre mesturou e adaptou sua musica à dos paises e lugares a onde vivem.
Na sua música hà sempre umha mestura de alegría, dor, tristeça, paixao e até drama. tal vez porque esses sejam os parámetros da sua vida como povo ou étnia em quase todo o mundo.
Após de falar aquí dos ciganos de Barcelona e a sua rumba de ventilador,gostaria de vos amosar algo de outros ciganos que moram na outra banda europeia. De Austria cara o Leste. Umhas culturas e umhas músicas fascinantes com as que empatiço totalmente, como me passa sempre com as cousas feitas por gente que nao tem recursos económicos e por esso tem algo especial que me atraz: A liverdade que da o nao ter nada a perder.
Umha vez vi um filme "O extranjeiro tolo" ,que narrava a história dum moço fracês que ia a Romenia na procura dumha música que lhe ouvira a seu pai e que queria recuperar para a sua memória.
Amais, numha ocasao, tive um aluno romanês de sete anos, chamado Remus Pipiaua, tao inocente e divertido, que nunca poderei esquecer.
Assim hoje imos começar umha viagem polas músicas ciganas do Leste, e o primeiros pais será a Romenia de Remus.
A banda cigana que atua hoje é a "Fanfare Ciocárlia", un grupo de ciganos com instrumentos de vento que me lembram os anos em que os ciganos vinham polas nossas vilas da Galiza, com sua cabra, suas lindas raparigas bailarinas e sua alegria de praça pública.
Velaí vai:





Um desafio entre judeus e ciganos: